segunda-feira, 3 de julho de 2017

Internacional


*Desde a tomada de posse de Rodrigo Duterte, em Maio de 2016, morreram 9432 pessoas, em execuções extra-judiciais, ligadas à droga. As pessoas morreram abatidas por polícias (97%, segundo a Reuters), vizinhos, ou bandos rivais. Entregues aos polícias mais novos, que assim se vêem perante o seu baptismo de fogo, recebem por cada pessoa adicta abatida e podem matar para "experimentarem". Ainda que tenha caído, a popularidade de Duterte, a quem faltam cinco anos de mandato, é de 76%, mas nem a reforma fiscal, nem a diminuição das desigualdades, ou as melhorias da educação ou da saúde podem silenciar ou minorar a tragédia. Filipinas, um país de 100 milhões de habitantes e 1,8 milhões de adictos às drogas, uma história de terror. Ler, aqui.

*O sistema dual alemão, como explicação para um desemprego jovem baixo. Empresas que formam, sem apoios do Estado, à contratação, enquanto, em simultâneo, o aluno/aprendiz também estuda. A partir dos 16 anos, existe esta possibilidade, e centenas candidatam-se a vagas que, em muitos casos, são de umas dezenas de lugares. No final do processo, de 3/4 anos, um exame duro, teórico-prático para ver que tipo de contrato é oferecido. Na esmagadora maioria dos casos, as empresas ficam com o formando. E vêem no sistema uma forma de contornar o envelhecimento demográfico. A ler, aqui.

*Leilão de escravos, a 400 km da Europa, na LíbiaAqui.

*O projecto de Saúde de Trump, visto por Paul Krugman.

*No GPS: o Iémen é o país árabe mais pobre. E 85% do comércio externo da Coreia do Norte é feito com a China. Chicago, a terceira maior cidade dos EUA, estão a ter uma profunda reforma das infra-estruturas e dos transportes, numa modernização impressionante, que segundo o mayor democrata que a lidera é susceptível de atrair mais investimento e crescimento, a uma zona que já o tem conseguido promover e, assim, pretende incrementar. O mayor de Chicago foi assessor de Clinton e chefe de gabinete de Obama.


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